Cara, que bizarro

E se…
Fomos educados erroneamente pelas diversas correntes religiosas ou espirituais a acreditar que após esta vida as coisas tendem a melhorar e a minimizar todos os nossos males?
E se…
Na realidade a “máquina não possa parar” e todas as provações pós-morte nos fizesse sentir falta desta vida?
E se…
Nossos preconceitos fizessem sentido como autodefesa para uma fase depois dessa, onde todos aqueles que nos oferecem algum tipo de desconforto aparentemente ilógico se tornassem uma espécie de predadores cujas características que minimamente amedrontam sejam intensificadas ferozmente em outra fase a ponto de se tornarem praticamente invencíveis fisiologicamente? Diferente daqui, em que aqueles que nos fazem mal tem uma motivação econômica e sendo nossos atuais predadores sutilmente almejamos ser como eles por sobrevivência?
E se…
Uma espécie de zombies nunca antes corretamente idealizade existisse depois dessa fase e todas as perguntas tentativas de “por quê?” fossem irrisórias e insuficientes, todos os pedidos de socorro abafados e o terror propagado como prática inerente?
E se…
Os organizadores de tal esquema sequer desejam quê todas essas dores acabem?
E se…
Caíssemos na real de que esta, por pior que pareça, seja a nossa melhor vida, a nossa maior esperança e a melhor possibilidade de alterarmos as eatruturas da máquina da próxima realidade, uma vez que estando já lá esta possibilidade de melhora seja quase impossível a começar da falta de ferramentas desenvolvidas devido condições muito mais precárias do que as de agora?
E se o “céu” seja agora, com todas as dificuldades encontradas? E se um “céu” maior antes desse também existiu nos dando um tipo de memória que nos faria idealizar tal coisa para o nosso futuro?
E se os OVNIS forem um tipo de transporte desenvolvido pelos próprios homens para viajar no tempo e espaço e nos levar a outro plano para sofrer ainda mais, numa realidade fisicamente parecida com a atual?
Quem poderia dizer que estou errada? Quem poderia dizer que estou certa?
Acreditamos todos nas igrejas e duvidamos de Nietzsche quando ele falava sobre nos tornarmos “super-homens”.
A morte e a super causa podem ser apenas a fragilidade ou a fortaleza herdadas dessa etapa para a próxima…
Alguns podem ser apenas o agente irresponsável e sem conhecimento que nos entrega pelo nome nas mãos dos que nos iriam ferir gravemente…
Espero mesmo estar enganada.
Mas neste caso, o suicídio assume uma forma assustadora de “adiantar” o processo “do lado de lá”, que deixa nessas minhas ideias de ser algo melhor do que aqui e agora.

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