48 do segundo tempo

Não posso dizer que 2019 foi um ano ruim.

Ele foi uma escola, uma faculdade, importantíssima para o meu desenvolvimento pessoal.

Sem ele eu não teria aprendido tanto sobre mim e meus limites.

Tive a melhor companhia que poderia ter para enfrentar esse ano que seria louco de qualquer jeito. Entendi que foi um ano extremamente significativo por tantos acontecimentos alheios ao meu controle que esclareceram arrebatadoramente que eu não posso mudar o contexto ou os outros, mas tenho grande poder em me modificar.

A frase que minha mãe leva como lema é muito real: “mudar é difícil, mas não mudar é fatal!”
E este ano eu estava morrendo.
Lutando contra a minha incrível capacidade de mudar.

Ainda estou no processo de entender porque luto tanto com as mudanças. Talvez seja uma questão comum com a humanidade toda… Enfim.

Nessa última noite do ano eu tive um sonho que me trouxe sentimentos muito gostosos!
Não posso dizer que foi um sonho feliz ou triste. Mas foi um sonho de mente livre, com coisas chatinhas, coisas boas e poder de adaptação.

Foi um sonho bom.

Toda última noite de um ano me traz um sonho.

Tenho lembranças de sonhos de anos anteriores que me marcaram muito, dias que inclusive acordei chorando.

Algo em mim mudou e está mudando.

Não é fácil e tenho utilizado muitas ferramentas para isso acontecer.
O mais inacreditável é que eu estou tendo essa dificuldade em mudar por uma questão de pensamento e não de natureza.

Toda a minha vida está configurada para a mudança. Mas desenvolvi um pensamento teimoso… Rs.

É bonito perceber.

Ontem ao longo do dia, apesar do cansaço no trabalho, de querer muito vir logo pra casa, eu estava inteira onde estava. Havia um equilíbrio natural.

Coincide também com o fim da menstruação.

Ser mulher é ter dessas mudanças internas muito bruscas também…
A receita parece ser simples: manter a consciência disso e o foco na forma de preservar o pensamento equilibrado.

Não pensar demais é importante.

E para isso, muito exercício físico.

Ahhh, esse ano eu vi que não cuidava mais do meu corpo. Achei que ficaria tudo igual sem cultivar. Mas, que nada! Envelheço…

Hoje amanheceu um dia ensolarado, quente.

Ao longo das horas, o tempo fechou.

É preciso manter o interior iluminado enquanto a chuva cai forte. Além de aproveitar bem os relâmpagos.

Nada é totalmente alguma coisa ou outra…

Somos o que fazemos.

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